Silas Simplesmente na TV e no teatro

Agora, você também pode acompanhar Silas Simplesmente na TV

Mas, o sucesso não subiu à cabeça do Silas. Mesmo convivendo com celebrities no seu táxi e gravando para TV, o taxista continua atendendo seu público no teatro …

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A partir de agosto, todas as quartas no teatro Procópio Ferreira, Silas Simplesmente se apresenta com Jackson Five, Mary Help, Mustafary e Betonera no espetáculo Labutaria.

Garanta já seu ingresso … Bora rir!

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3 comentários sobre “Silas Simplesmente na TV e no teatro”

  1. Adorei ver esse vídeo, principalmente por que no dia que você estava gravando naquele restaurante eu estava lá bem pertinho de você, mas estava tão distraída escolhendo o que iria almoçar que só percebi que era você quando o diretor pediu licença para poder gravar, kkkkk
    Ate hoje me arrependo de ter estado tão perto e não ter dado um abraço ou mesmo pedido um autografo seu, pois admiro muito seu trabalho, principalmente no CQC, mas fiquei meio sem ação quando te vi pessoalmente…
    Ah, eu trabalho lá perto e quase sempre almoço naquele restaurante, e aquele dia tive que mudar meus planos para o almoço, então você fica me devendo um almoço, ok? kkkkkkkkkk….
    Beijos

  2. Sempre fiquei de te escrever contando das histórias que você me proporcionou nesses quase 6 anos que eu te acompanho. Acho que vai ficar um texto muito grande e sei que você é uma pessoa muito ocupada pra ler, mas quem sabe alguém da sua produção leia e comente com você…
    Bom, tudo começou no dia 5 de setembro de 2008, eu não era uma pessoa que costumava ir ao teatro, e nem conhecia o Terça Insana, mas vocês foram fazer um show em Osasco, minha amiga me chamou para ir, e como eu não estava fazendo nada, resolvi aceitar o convite. Você se apresentou com o Pepe e o Jackson Five, e eu fiquei maravilhada com o seu talento, de todos ali você me chamou atenção por algum motivo… Sai do teatro e já comecei a pesquisar sobre sua carreira. Apesar do CQC ter estreiado nesse mesmo ano, uns meses antes, eu ainda não conhecia, e por sua causa passei a assistir.
    Também descobri que você se apresentava com o Terça Insana no Avenida Club, que pro tamanho da cidade de São Paulo fica perto de casa, e como eu ainda não trabalhava na época (tinha 17 anos), comecei a pedir dinheiro pro pessoal na escola, um ou dois reais de cada um pra conseguir os 25 reais e comprar o ingresso pro teatro. Eu quase consegui todo o dinheiro, mas minha mãe também me ajudou com o resto. Assim, no dia 30 de setembro fui no Avenida Club. Fiz até camiseta com o seu nome, e estava MEGA nervosa. Assistimos o espetáculo e no fim ficamos esperando para falar com você. Era um dia que o Otávio Mesquita estava lá fazendo uma matéria com vocês, então fiquei esperando para acabar. Chegou minha vez de poder falar, e do nada sumiu tudo, todas as perguntas que eu havia imaginado fazer e as coisas que eu queria te falar. Ainda bem que minha mãe estava comigo e me ajudou a lembrar. Foi um dos dias mais felizes da minha vida, e sei que a partir dali, te conhecendo também fora dos palcos, como pessoa, eu passei a admirá-lo ainda mais.
    A partir dai comecei a te acompanhar, e em 2008, de setembro a dezembro consegui te encontrar 9 vezes (6 vezes no Avenida Club, 1 na estreia do filme “Rinha” no Frei Caneca e 2 no CQC). O detalhe é que meus pais se separaram em setembro, meu pai saiu de casa e foi um época bem difícil, mas com esses encontros eu conseguia me distrair e ter motivos para ficar feliz, e mesmo em casa, sempre ficava procurando os seus vídeos na internet pra rir e me distrair, ou seja, você apareceu no momento certo, e conseguiu deixar minha vida muito mais alegre. Sem contar que virei administradora da sua comunidade no orkut, e conheci muitas amigas lá, fiz amizades que levo comigo até hoje.
    Em 2009 de tanto eu ficar atrás de você, você já me conhecia e era melhor ainda te encontrar e conversar. Foram mais 13 encontros, e os mais marcantes foram: ver o Improvável com você de convidado e no “É Tudo Improviso”, além de ver você começando no stand-up, desde os barzinhos até os teatros lotados. Começou a ficar um pouco mais difícil falar com você, porque no Avenida Club era bem mais fácil ne, mas foi muito legal ver você fazendo todo esse sucesso que você merece.
    Em 2010 o mais legal foi a estreia do Risadaria. Sabia que seria impossível falar com você lá, porque o Pavilhão da Bienal é enorme, e estava totalmente lotado, se você aparecesse ali no meio ia ser uma muvuca, mas fiquei alerta pra poder te encontrar. Assim, estava passeando normalmente pelo evento, quando vejo um tênis que não me era estranho, olhei pra cara e vi uma pessoa com peruca e dentadura passeando no meio da multidão como se fosse uma pessoa qualquer. Te segui e atravessamos o pavilhão inteiro conversando, sem mais ninguém te reconhecer, foi muito legal, e me lembro como se fosse ontem. No mesmo ano também teve a curta temporada do “Entre Meias e Gravatas”, que lógico que também não perdi, e a estreia do Formigueiro que também consegui ir duas vezes assistir, pena que não vingou, mas acredito que tenha sido uma experiência muito boa pra você.
    Em 2011 você começou com o Labutaria e foi maravilhoso ver todos os seus personagens no mesmo palco, um espetáculo pra mostrar todo o seu talento e com uma produção impecável. Também teve o primeiro “Banquinho pra Três”, um espetáculo maravilhoso com uma causa muito justa.
    Em 2012 aconteceram duas coisas que eu nunca imaginei te ver fazendo ao vivo, o primeiro foi o “Jogando no Quintal” (bem no dia do seu aniversário), e o “Lê pra mim” que você foi no prédio dos correios no centro de São Paulo ler uma histórinha para crianças de uma escola pública. Achei que o evento era público e fui lá para assistir, no entanto, quando cheguei lá que descobri que era fechado só para as crianças, mas fiquei lá conversando com o pessoal da produção e eles falaram pra quando as crianças chegassem com as professoras eu fingir que também era uma professora e entrar como se não soubesse de nada. O bom foi que deu tudo certo e eu consegui ver o quanto as crianças também gostam de você, e foi uma experiência muito legal, porque como na maioria das vezes te vejo em cima do palco ou no CQC, é diferente te ver fazendo outras coisas.
    E ano passado, o evento marcante foi o lançamento do livro do Jackson Five, que também tem uma história bem legal. Em 2009 eu ouvia tanto as histórias do Jackson Five que resolvi fazer uma historinha também, em um dos encontros eu te entreguei essa história e você gravou para a MIX, que depois passou na rádio (eu tinha o áudio dela, mas uns tempos atrás exclui do meu celular sem querer, e nunca mais consegui achar na internet), mas bom, o mais importante é que essa história que eu fiz está no livro, e foi muito emocionante quando eu vi, e muito legal conhecer o seu lado “artista plástico” com os desenhos do livro. Mais um de seus tantos talentos.
    Bom, acho que as principais histórias são essas, muito bom poder relembrá-las. Até hoje foram 43 encontros, e o mais engraçado é que eu fico nervosa em todos, apesar de eu não ser mais a fã fanática que era em 2008, ainda fico ansiosa pra falar com você, ainda é a sensação de fã-ídolo, da alegria de poder estar perto e conversar.
    Quero que saiba que torço muito pelo seu sucesso, que te admiro muito, e que você é uma pessoa maravilhosa, que passa uma energia muito boa para as pessoas, e que merece tudo de bom sempre! Espero que mais histórias como essas aconteçam, porque são sempre muito boas recordações. Obrigada por tudo Luque.
    Beijão =)

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